
Limpeza profissional · Algarve
O seu edifício abre limpo. Ninguém viu quando.
Limpamos hotéis, clínicas, escritórios, lojas e condomínios no Algarve — dentro da janela em que o edifício não está a trabalhar. Quem abre a porta de manhã encontra o serviço feito, não a equipa a fazê-lo.
A janela, por tipo de edifício
11:00–15:00 · 4h no edifício · Entre saída e entrada
O serviço
O que fica feito, e quantas vezes.
Um contrato de limpeza vale o que estiver escrito nele. Este é o plano base — a visita ajusta as frequências ao edifício, e o que for ajustado fica na proposta antes de alguém assinar.
| Área | Diário | Semanal | Mensal | Sob stock | Pontual |
|---|---|---|---|---|---|
| Zonas comunsEntradas, corredores, elevadores e escadas. É o que o visitante vê nos primeiros dez segundos e o que decide a impressão do edifício inteiro. | — | — | — | — | |
| SanitáriosDesinfeção completa, reposição de consumíveis e verificação de escoamento. É o ponto onde uma falha se nota no mesmo dia e se comenta. | — | — | — | — | |
| Vidros e montrasVidro interior ao alcance, montras e portas. Sem marcas de água, que é o defeito que fica visível assim que bate sol. | — | — | — | — | |
| PavimentosAspiração e lavagem conforme o material — pedra, vinílico, alcatifa. Cada um leva o produto e a máquina que não o estraga a médio prazo. | — | — | — | ||
| ResíduosRecolha, separação e colocação no circuito do edifício. Nas clínicas, o circuito específico dos resíduos de risco. | — | — | — | — | |
| ConsumíveisPapel, sabão e sacos, controlados por nós. Deixa de haver o telefonema de sexta-feira a avisar que acabou. | — | — | — | — | |
| Limpeza pós-obraPoeira de gesso, restos de tinta e etiquetas de fábrica. Faz-se uma vez, no fim da obra, e é o que separa a chave entregue do espaço pronto a usar. | — | — | — | — | |
| Limpeza de eventosAntes, para abrir a porta com o espaço em ordem, e depois, para o entregar como estava. Marca-se para a data e sai com ela. | — | — | — | — |
O preço
O que mexe no valor, antes de alguém falar em euros.
Não damos preços por telefone, e a razão não é comercial: um preço de limpeza dado sem ver o edifício corrige-se na primeira fatura. Estas são as cinco coisas que a visita vai medir, e o peso que cada uma tem na conta.
Como se chega ao valor
(áreafrequência)acessopavimentojanela
O que multiplica
A área
A base de tudo, e medida em metros quadrados úteis — os que a equipa percorre. A área construída inclui paredes e condutas, que ninguém limpa, e é por isso que um contrato feito sobre ela sai sempre errado.
m² úteis, por piso
A frequência
Quantas vezes por semana alguém lá vai. É o fator que mais move o valor mensal, e o primeiro a rever quando o orçamento aperta — antes de cortar áreas, corta-se uma passagem por semana.
Visitas por semana, por área
O que acrescenta
O acesso
Sem elevador, o material sobe às costas e o entulho desce da mesma maneira. Um edifício com cais de carga e um sem elevador têm o mesmo chão e não têm o mesmo custo de mão de obra.
Pisos, elevador, cais de carga
O pavimento
Pedra, vinílico e alcatifa não levam a mesma máquina nem o mesmo produto. A pedra polida precisa de tratamento periódico; a alcatifa precisa de extração. Tratar as três da mesma maneira estraga duas.
Material e área de cada tipo
A janela
Trabalhar depois das dez da noite ou antes das seis da manhã custa mais a quem trabalha, e isso entra no preço em vez de sair do salário. Uma janela larga é mais barata do que uma janela de duas horas.
Horas e dias em que se pode entrar
Nada disto é uma tabela. É o que a visita mede para escrever uma proposta que se aguenta doze meses — e o que impede a conversa de começar por um número que ninguém pode cumprir.

Acesso
Alguém entra no seu edifício quando não está lá ninguém.
É a parte incómoda da promessa que esta página faz em todas as secções, e quase nenhum site de limpeza a escreve. Trabalhar fora de horas quer dizer chaves, códigos de alarme e um edifício às escuras — e essa pergunta não desaparece por ficar sem resposta: é feita ao telefone, no fim, com o contrato quase assinado.
As mesmas pessoas
Equipa nomeada por edifício, e não quem estiver disponível nessa noite. Quem entra é conhecido de quem lá trabalha de dia.
Chaves e códigos com registo
Quem levantou, quando devolveu, assinado. Um molho de chaves sem registo é um molho de chaves perdido no dia em que alguém sai da empresa.
Cada entrada fica escrita
Hora de entrada e de saída, no mesmo registo do serviço. Se houver alguma coisa a esclarecer, há uma folha para consultar em vez de memórias.
Identificação das equipas e verificação de antecedentes de quem entra fora de horas.por confirmar
Setores
Cada edifício tem a sua hora difícil.
Não é o mesmo serviço com outro nome. O que muda entre um hotel e uma clínica é a hora a que se pode entrar, o que não pode ficar por fazer e o que acontece se ficar.
15:00
Limite
Hotelaria
A janela é o intervalo entre a última saída e a primeira entrada. Não há adiar para o dia seguinte: às 15:00 o quarto está pronto ou o hóspede espera na receção.
16:00
Limite
Alojamento local
A saída é às dez ou onze e a entrada às quatro da tarde, e no meio há uma casa inteira para virar: cozinha, roupa de cama e casa de banho. Não há receção que segure o hóspede à espera.
22:30
Limite
Clínicas
Superfícies de contacto, salas de espera e resíduos com circuito próprio. A limpeza começa depois da última consulta e tem de estar fechada antes da primeira do dia seguinte.
08:30
Limite
Escritórios
Ninguém quer um aspirador ao lado de uma chamada. A equipa entra antes de o primeiro chegar e sai antes das nove, e quem abre a porta encontra o trabalho feito.
00:30
Limite
Retalho
Montras, chão de grande tráfego e provadores, com a porta fechada. O que se limpa à hora de fecho está seco e sem marcas quando a loja abrir.
09:00
Limite
Condomínios
Entradas, elevadores, escadas e garagem, com horários fixos que o administrador pode afixar. É o que evita metade das reclamações da assembleia seguinte.
O seu edifício não é nenhum destes? Armazéns, escolas, ginásios e espaços industriais também se planeiam da mesma maneira: uma visita e uma janela.
Marcar visita
Continuidade
O que acontece quando alguém falta.
É a pergunta que decide um contrato de limpeza, e a que raramente aparece escrita num site. Uma pessoa de confiança que adoece deixa o edifício por limpar; uma equipa organizada não.
Substituição no mesmo dia
Uma falta é comunicada e coberta dentro da mesma janela. O cliente não fica a saber por encontrar o edifício por limpar.
Supervisor, não chefe de equipa
Visitas de controlo com lista de verificação, sem aviso prévio à equipa. É como se descobre um problema antes de o cliente o descobrir.
Registo de cada serviço
Fica escrito o que foi feito, quando e por quem. Numa reclamação, deixa de ser a palavra de um contra a do outro.
Apólice de responsabilidade civil e cobertura de acidentes de trabalho das equipas.por confirmar
Começar
Uma visita, e depois um preço a sério.
Não damos preços por telefone. Um preço de limpeza sem ver o edifício é um número que se corrige na primeira fatura, e é assim que estas relações começam mal.
- 01
Visita ao edifício
Medimos as áreas, vemos os materiais e combinamos a janela em que se pode entrar. Meia hora, no horário que der.
48 horas após o contacto
- 02
Proposta escrita
Plano de trabalho com áreas, frequências e horários, e o preço mensal. O que não estiver escrito não está contratado — dos dois lados.
Até 3 dias úteis
- 03
Arranque com acompanhamento
A primeira semana é acompanhada pelo supervisor todos os dias, para acertar o que a visita não pôde prever.
Primeira semana

